F.N: Conta um pouco quem é a Flávia Godeiro?
Flavia G.: Me enquadro na turma do bem. Não há muito segredo na minha personalidade, pois sinto que sou muito maleável. Tenho meus dias de chatisse, de bom humor, de reclusão, tudo depende muito do que atravessa o meu dia. Me permito viver a sensação que meu corpo solicitar, não tenho uma personalidade engessada, acredito que sou aquilo que me exigem, que me permitem e que eu sinto vontade de ser no momento.
F.N: Como começou essa história de dançar na Banda Caldeirão?
Flavia G.: Entrei na banda através do convite de Allan Bapuru, dançarino que está até hoje comigo no Caldeirão e na vida, já que é um dos meus melhores amigos. Como nunca tinha dançado em banda de pagode antes, tive receio, mas tudo foi diluído com o passar do tempo já que sempre tive a liberdade de fazer lá dentro só o que me fizesse bem. Há dois anos na banda, posso afirmar que, hoje, é muito mais lazer do que trabalho. É um ambiente leve, de muita cumplicidade e lealdade. Todos são muito amigos e o relacionamento é harmonioso. Tudo é acordado e conversado, é um prazer para mim fazer parte dessa família até hoje!
F.N: Se você não fosse dançarina o que seria?
Flavia G.: Diante do que estou inserida, acredito que Produtora de Eventos. Porém, sou formada em Artes Plástica, o que me possibilitaria lecionar também. Além disso, me vejo muito sendo Estilista ou Figurinista, já que a grande maioria dos meus figurinos são desenhados e planejados por mim.
F.N: Há quanto tempo você exerce essa profissão de dançarina? E quais as bandas que você já passou?
Flavia G.: Há uns 8, 9 anos. Já passei por inúmeras bandas... As principais foram Aldemário Coelho e Cheiro de Amor. Mas tenho um pezinho de dança em diversos segmentos. Cheguei a participar de eventos com o Black Eyed Peas, Dançei eletrônico em festas e camarotes com os melhores Dj´s do Mundo, Participei de Congressos Internacionais de Salsa, etc. Não gosto de me limitar, estou sempre expandindo as possibilidades de trabalhar com a dança, pois é o que me faz bem, o que me faz feliz, é onde eu me identifico.
F.N: Como você faz pra manter esse corpão?
Flavia G.: Corpão? Eu? Rsrsrs Se isso for receita eu malho e como muita besteira. Não sou obcecada com minha imagem e acho que minha genética ajuda bastante. Sempre fui magra e juntando isso com a academia consigo manter um corpo que me satisfaz. Mas nunca deixei de comer nada, muito menos de exagerar nos fins de semana. Fora que a maratona dos shows é um bônus para queimar calorias.
F.N: Falando agora em saúde e estética: Quais os seus cuidados com a beleza? Você fez ou faria cirurgia plástica?
Flavia G.: O único cuidado que tenho é malhar. Como muito e como de tudo, quem me conhece sabe que me levar para comer é prejuízo. Já fiz implante de silicone, mas adoraria fazer outras intervenções mais para frente. Por agora, consigo ser feliz com o que eu tenho.
F.N: Queremos saber de você um sonho que já realizou e outro que ainda não foi e que deseja realizar?
Flavia G.: Um sonho já realizado foi a compra do meu apartamento, entro nele ainda esse ano com fé em Deus. Comprei meu carro, coloquei silicone, me formei em Artes Plásticas... Não consigo pensar em algo a ser alcançado que eu já não tenha planejado o caminho. Tudo que sonho sempre segue no rastro da realidade para que eu possa sempre colocá-lo em prática. Mas ainda quero casar e ter filhos, talvez meu maior e mais distante sonho até agora.
F.N: Muitas garotas te admiram e sonham em entrar para o meio artístico, quais as dicas que você daria para meninas que tem você como exemplo e referência?
Flavia G.: O meio artístico, como muitos outros, é muito difícil. Tanto a inserção quanto a permanência. Por isso sempre defendo que a postura é o carro mestre do caráter, é o que vai fazer você se destacar, ser diferente, receber respeito e não ser confundida com outras tantas. A dança é um instrumento de entretenimento, envolve técnica, sensualidade, nunca a vulgaridade, a apelação. Sabendo persistir nos princípios, manter os ideais em foco e visar o reconhecimento pelo trabalho bem feito fica fácil ir longe, virar exemplo, ícone. Sei que isso conta muito, pois todas as bandas pelas quais passei reconhecem minha contribuição até hoje, me fazem convites até hoje e me elogiam, também, até hoje. Chego para trabalhar, não chego para enriquecer, para virar celebridade. Quando a gente trata o trabalho com respeito, conseguimos respeito do nosso trabalho.
F.N: Queria finalizar a entrevista pedindo para que você deixa-se um recado para todos os internautas que acessam Site Foliananet.com
Flavia G.: "Um grande beijo a todos e obrigada sempre pelo carinho e respeito comigo em todos os shows do Caldeirão.
Aguardem também que está chegando o mais novo sucesso da Banda Caldeirão: GATA DA ACADEMIA II !"
Flávia Godeiro

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